Autismo: Diagnosticar cedo faz diferença?

Autismo: Diagnosticar cedo faz diferença?

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O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição extremamente complexa que afeta a interação social, comunicação, interesses e comportamento em crianças e adultos. Para garantir que cada indivíduo com autismo receba os cuidados e suporte corretos ao longo da vida, é importante que a condição seja diagnosticada o mais cedo possível.

diagnostico TEAÀs vezes, o TEA pode ser detectado aos 18 meses ou menos. Aos 2 anos, um diagnóstico feito por um profissional experiente pode ser considerado muito confiável. No entanto, muitas crianças não recebem um diagnóstico final até muito mais velhas. Algumas pessoas não são diagnosticadas até serem adolescentes ou adultos. Esse atraso significa que as crianças com TEA podem não receber a ajuda precoce de que precisam.

À medida que as crianças com TEA se tornam adolescentes e jovens adultos, elas podem ter dificuldades em desenvolver e manter amizades, comunicar-se com colegas e adultos ou entender quais comportamentos são esperados na escola ou no trabalho. Eles também podem chamar a atenção dos profissionais de saúde porque têm condições concomitantes, como transtorno de déficit de atenção/hiperatividade, transtorno obsessivo-compulsivo, ansiedade ou depressão ou transtorno de conduta.

Os primeiros sinais de TEA podem incluir, mas não estão limitados a:

  • Evitar contato visual;
  • Ter pouco interesse em outras crianças ou cuidadores;
  • Apresentação de linguagem limitada (por exemplo, ter menos palavras do que os colegas ou dificuldade com o uso de palavras para comunicação) ou
  • Ficar estressado por pequenas mudanças na rotina.

Monitorar, rastrear, avaliar e diagnosticar crianças com TEA, ou suspeita, o mais cedo possível é importante para garantir que as crianças recebam os serviços e apoios necessários para atingir todo o seu potencial.

E aí, gostou desse post? Tem interesse na área? Confira também o post Pós-graduação em educação: a importância de se especializar.

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